No dia 4 de dezembro, o comitê de apoio ao AND em Belo Horizonte realizou uma brigada de vendas durante a greve dos operários da construção em obra da Universidade Federal de Minas Gerais.
Cerca de 40 jornais foram vendidos nessa brigada.
O comitê segue realizando a divulgação do jornal nas mobilizações e protestos dos operários da construção em sua combativa greve.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Combativo protesto de professores e estudantes em BH
Professores e estudantes protestaram no final da tarde de 15 de outubro no centro de Belo Horizonte somando-se à mobilização nacional em defesa da educação pública que resultou em protestos por todo o país.
A reportagem de AND acompanhou o protesto que bloqueou o trânsito na Praça Sete (Avenidas Amazonas e Afonso Pena) entre as 17:30 e as 20:30.
Entre as palavras de ordem dos manifestantes destacavam-se: “A luta unificou, agora é estudante, funcionário e professor!”, “Abaixo o Estado fascista e seus governos antipovo e vende-pátria”, “Eleição é farsa, não muda nada não! O povo organizado vai fazer Revolução!”, “Mataram, mataram, mataram o Amarildo! Cadê, Cadê, os desaparecidos?”, entre outras consignas em defesa do passe livre estudantil, contra a repressão policial, em solidariedade aos protestos que ocorrem em todo o país, em defesa dos presos políticos e processados por participarem das manifestações.
A tropa de choque da PM atacou covardemente os manifestantes com bombas de efeito moral, tiros de munição de borracha e spray de pimenta. Professores e estudantes impuseram combativa resistência mantendo-se firmes de braços dados, defendendo-se com os mastros das bandeiras e agitando vigorosamente as palavras de ordem, denunciando para a população que se aglomerava nas imediações a repressão policial contra a justa luta em defesa da educação.
Um estudante foi preso acusado de quebrar o vidro de um ônibus que teria forçado passagem.
Dois manifestantes foram feridos, um com um tiro de bala de borracha no peito disparado à queima roupa por um policial militar, e uma jovem com um ferimento na perna ocasionado pelos estilhaços de bombas de efeito moral lançadas pela PM contra os manifestantes. Uma professora foi atingida no rosto a curta distância por spray de pimenta. Um terceiro jovem sofreu ferimentos leves.
Os manifestantes não recuaram e sustentaram o bloqueio das avenidas durante três horas. Populares rechaçaram as forças de repressão que tiveram que se retirar sob vaias.
No encerramento da manifestação, ativistas do Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação saudaram os professores e estudantes pela combatividade, conclamando todos a manterem-se mobilizados e seguirem se organizando para os próximos protestos. Uma plenária realizada no epicentro da cidade deliberou que se dirigissem para a delegacia exigir a libertação do estudante preso.
Um membro da Associação Brasileira dos Advogados do Povo acompanhou os manifestantes até a libertação do estudante, por volta das 22 horas, após registro do Termo Circunstanciado de Ocorrência. Os manifestantes feridos receberam atendimento médico e passam bem.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Camponeses vêm a cidade protestar
Comitê de apoio ao AND de Belo Horizonte
Contra ameaças de despejo, por pão, terra, justiça e uma
Nova Democracia.
Organizados pela Liga dos Camponeses Pobres, camponeses de diversas áreas do
Norte de Minas e Triângulo Mineiro iniciaram protesto na manhã de hoje, 9 de
setembro, na capital Belo Horizonte.
Nesse momento, 11:30 horas, os manifestantes se concentram diante da
Vara de Conflitos Agrários e denunciam as ordens de despejo contra famílias que
vivem e trabalham em suas terras há mais de 10 anos no Norte de Minas.
Segundo os organizadores do protesto, os camponeses seguirão
para o Tribunal de Justiça e posteriormente para a sede do Incra.
Organizações populares, o Sindicato dos Trabalhadores da
Construção de BH e Região – Marreta, estudantes organizados pelo Movimento Estudantil Popular Revolucionário e professores apoiam e
participam do protesto dos camponeses.
domingo, 8 de setembro de 2013
Outros junhos virão - o 7 de setembro em Belo Horizonte
Comitê de apoio ao AND de BH
Na semana que antecedeu o 7 de setembro, em todo o país, os gerentes de turno do velho Estado e os comandos de suas forças armadas tiveram que se desdobrar para cumprirem minimamente sua agenda de desfiles do chamado "dia da independência".
Em Recife o desfile teve seu local modificado em cima da hora, em São Paulo e no Rio de Janeiro foram reduzidos e restritos a uma pequena área isolada por milhares de policiais. Os telejornais e demais veículos do monopólio das comunicações dedicaram seus editoriais para reproduzir ameaças de que os “mascarados” e “vândalos” seriam presos e que a ordem era reprimir qualquer protesto.
Em cidades da região Metropolitana de Belo Horizonte - MG como Betim, Contatem e Ribeirão das Neves, os desfiles foram cancelados devido a possibilidade (certeza) de protestos populares. Na capital mais de mil alunos que tradicionalmente participam dos desfiles foram “dispensados”, os efetivos militares mobilizados para os desfiles foram drasticamente reduzidos.
No dia 7, enquanto as tropas desfilavam pela Avenida Afonso Pena no centro da capital, ativistas da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo – FRDDP realizaram uma intervenção política abrindo grandes faixas com os dizeres: “Abaixo o Estado fascista e seus governos antipovo e vende-pátria!” e “USA, tire suas garras da síria”. Os ativistas também mantiveram desfraldada a bandeira palestina e um banner estampando o grito de revolta repetido pelo povo em todo o país: CADÊ O AMARILDO?
Nesse 7 de setembro as forças de repressão não conseguiram ostentar todo seu aparato nem contaram com o público que normalmente compareceria para assistir os desfiles. As forças de repressão desfilaram ao som de gritos de protesto e palavras de ordem.
Pouco a pouco a população percebeu que algo diferente ocorria. As palavras de ordem gritadas por um grupo compacto eram ouvidas e pouco a pouco mais vozes de uniram:
- Cadê, cadê, cadê o Amarildo!
- Eleição é farsa, não muda nada não, o povo organizado vai fazer revolução!
- Estados Unidos, tire as garras da Síria!
- Fora já, fora já daí, Obama da Síria e Dilma do Haití!
- Uma vaia para esses governos vende-pátria e antipovo! Uma vaia para a Dilma! Uma vaia para o governador Anastasia! Uma vaia para o prefeito Márcio Lacerda! Uma vaia para todos esses políticos corruptos!
- Cadeia já, cadeia já, para os fascistas do regime militar!
- Não passará, não passará, o crime hediondo do regime militar!
- Cadê, cadê, os desaparecidos!
Soldados do exército passaram em marche-marche acelerado próximo aos ativistas da FRDDP subindo uma rua e seguiram sob vaias e gritos de protesto.
Ao fim do desfile, os ativistas seguiram até a Praça Sete, epicentro da capital, e fizeram uma agitação. Manifestantes queimaram a odiada bandeira ianque sob gritos de “Yanques, go home” (ianques, voltem para casa!).
Eram aproximadamente 11 horas quando o ato foi encerrado.
Nesse momento, em diferentes pontos da cidade, jovens se reuniam e se preparavam para um novo combate. As sementes dos dias rebeldes e junho e julho germinam, crescem e se multiplicam por todo o país. As brasas da fogueira da revolta espontânea das massas continuam vivas e basta uma lufada de ar para que as labaredas se elevem.
No início da tarde, centenas de jovens tomaram as ruas da capital em protesto. Descumprindo conscientemente a “lei” que proibia o uso de máscaras em protestos, foram se agrupando e rumaram para a Praça da Liberdade, onde ocorreram os maiores enfrentamentos entre manifestantes e policiais.
O protesto seguiu até a 3ª Área Integrada de Segurança Pública – 3ª AISP, onde os jovens agitaram palavras de ordem exigindo a libertação dos manifestantes e foram novamente reprimidos. Dezenas de outros manifestantes foram presos nas imediações da 3ª AISP.
56 pessoas foram presas durante os protestos de 7 de setembro em Belo Horizonte, 11 dos presos eram menores. Até o fim da tarde de domingo, dia 8, 15 manifestantes eram mantidos encarcerados.
No dia 8, um dos veículos da imprensa reacionária de minas publicou uma matéria intitulada “Junho, o mês que não acabou”.
Como cantou Milton Nascimento, “nada será como antes”. A juventude que enfrentou com combatividade e decisão as forças de repressão dando vazão ao grito de revolta de nosso povo demonstrou mais uma vez que outros junhos virão.
Leia o artigo de Fausto Arruda publicado na edição nº 116 de AND: Libertas quæ sera tamen
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Fotos de Wellington Martins / A Nova Democracia
Fotos de Wellington Martins / A Nova Democracia
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Nota de falecimento - Companheiro Osmir Venuto da Silva
Nota
de falecimento
Companheiro Osmir Venuto da Silva
14/10/1952
– 23/07/2013
É
com profundo pesar e emoção que comunicamos o falecimento, no início da noite
de 23 de julho, do Companheiro OSMIR
VENUTO DA SILVA, operário da construção, presidente do Sindicato dos
Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e Região, diretor da Federação
dos Trabalhadores da Construção e do Mobiliário de Minas Gerais e dirigente-fundador
da Liga Operária.
Vitimado
por problemas cardíacos, o Companheiro Osmir Venuto nos deixa exemplos de
firmeza, humildade, dedicação, trabalho incansável, solidariedade e
combatividade.
Nascido
no interior de Minas Gerais, em Açucena, passou a infância e a juventude na
antiga “Vila dos Marmiteiros”, na região do bairro Padre Eustáquio, BH, onde forjou seu caráter de rebeldia e
indignação a todas injustiças contra os pobres.
O
Companheiro Osmir participou ativamente na “Rebelião dos Pedreiros”, a Grande Greve
realizada em 1979 em Belo Horizonte, e dedicou a maior e mais profícua parte de
sua vida a luta da classe operária, contra a exploração e opressão. Empenhou-se
como poucos pela construção de um movimento sindical classista e combativo, no
combate implacável ao oportunismo.
Defendeu
e atuou decisivamente para a construção e fortalecimento da Aliança
Operário-Camponesa, apoiou sem reservas a luta dos camponeses contra o
latifúndio, por terra, pão, justiça e uma nova democracia.
Como
dirigente sindical classista, combateu o corporativismo, defendeu a unidade e
luta das classes trabalhadoras do campo e cidade contra seus inimigos de
classe: a grande burguesia, o latifúndio e o imperialismo.
Dirigiu
por mais de duas décadas o Marreta que, junto da Liga Operária, se desenvolveu
e consolidou como um dos sindicatos mais combativos do país.
Prestou
toda a solidariedade e participou de mobilizações nacionais contra as
privatizações, contra as reformas antipovo e antioperárias impostas pelos
governos, contra a opressão e repressão policial dos operários das obras do PAC
e dos megaeventos (copa e olimpíadas). Denunciou e combateu a exploração de
trabalho escravo em inúmeros canteiros de obras.
Estimulou
a formação técnica e política dos operários da construção em Belo Horizonte e
região sendo um grande entusiasta da Escola Popular Orocílio Martins Gonçalves
e da promoção de seminários e cursos de formação política pelos quais passaram centenas
de trabalhadores da construção. Também não poupou esforços no apoio a criação
de Escolas Populares no campo.
Apoiou
tomadas urbanas de terrenos como a Vila Corumbiara (Barreiro) e Vila Bandeira
Vermelha (Betim) entre outras, a construção de moradias populares no regime de
mutirão em bairros proletários, a luta da juventude trabalhadora e estudantil.
Uniu-se
solidamente aos camponeses em luta pela terra, visitou áreas camponesas. Em todas
as assembleias do Marreta, chamava a atenção para a necessidade de a classe
operária apoiar decididamente a Revolução Agrária e salientava que grande parte
dos operários da construção veio do campo, expulsos pelo latifúndio. Ele foi um
grande apoiador e divulgador da produção nas áreas. Estimulou a ida de
delegações de operários ao campo para trabalhar e viver com os camponeses e
organizou, através do Marreta, grupos de operários para promover trabalho
coletivo com camponeses na construção de casas, pontes e outras benfeitorias.
Foi assim, um persistente edificador da aliança operário-camponesa.
Erguendo
a bandeira do internacionalismo proletário, apoiou as lutas da classe operária
e dos povos oprimidos em outros países, visitou e trocou experiências de luta
com organizações classistas e populares no Paraguai, Nicarágua, Holanda e
Turquia.
Denunciou
e combateu a farsa eleitoral e os partidos eleitoreiros. Ardoroso defensor da
necessidade da construção da vanguarda do proletariado para dirigir a Revolução
de Nova Democracia ininterrupta ao Socialismo, para promover transformações
radicais em nossa sociedade, e construir uma nova sociedade sem a exploração do
homem pelo homem.
O
Companheiro Osmir Venuto foi um grande dirigente operário, um lutador de nosso
povo, e será sempre lembrado pelos operários da construção, camponeses,
estudantes, homens e mulheres que trabalham de sol a sol no campo e cidade em
nosso país.
Rendemos
nossas homenagens a este grande lutador de nossa classe e nosso povo.
Desde
o inicio da madrugada deste dia 24 de julho, companheiros, familiares e amigos
se despedem do Companheiro Osmir, na sede do Marreta – Rua Além Paraíba, 425 –
Bairro Lagoinha. O sepultamento será realizado às 16:30 horas.
Honra e Glória ao Combatente da Classe OSMIR VENUTO DA SILVA!
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Nota da FIMVJ-MG sobre rebatismo do viaduto Douglas Henrique e Luiz Felipe
Realizada a manifestação
pela mudança do nome do Viaduto José Alencar para Douglas Henrique e Luiz
Felipe. Ato convocado pela Frente
Independente pela Memória, Verdade e Justiça - MG paralisa a Avenida Antônio
Carlos, em BH.

No
dia 16 de julho de 2013, a
partir das 16H, cerca de 200 pessoas participaram do ato pela mudança do nome do
Viaduto José Alencar para Viaduto Douglas Henrique e Luiz Felipe. Familiares e amigos de Douglas Henrique de Oliveira Souza e Luiz Felipe Aniceto de Almeida estiveram presentes, assim como
organizações políticas, sindicais, populares e ex-presos políticos da época da
ditadura militar. A homenagem foi feita aos dois jovens trabalhadores de Minas
Gerais que caíram do Viaduto após tentar escapar dos ataques violentos da repressão
e vieram a falecer.
Duas faixas com a inscrição Viaduto Douglas Henrique e Luiz
Felipe foram colocadas nos dois lados do viaduto enquanto os manifestantes
fecharam o trânsito da Avenida Antônio Carlos. Em mais uma demonstração
intolerável de arbitrariedade e desrespeito estas faixas foram arrancadas na
manhã do dia 18 de julho: responsabilizamos a repressão e a institucionalidade
por mais esta violência. Reiteramos que
o nome definitivo do viaduto é Viaduto
Douglas Henrique e Luiz Felipe.
Além
da homenagem aos dois companheiros, foi feito veemente repúdio ao aparato
repressivo e à violência do Estado, diretamente responsáveis pelas mortes de Douglas Henrique e Luiz Felipe. Em nota e nas intervenções durante a manifestação, a Frente Independente pela Memória, Verdade e
Justiça - MG denunciou as centenas de prisões arbitrárias, casos de
tortura, feridos, mandados de prisão, toque de recolher e o descomunal aparato
repressivo montado para garantir o chamado padrão
FIFA de qualidade durante a Copa
das Confederações. Denunciou também a morte do menino de 12 anos Lucas Daniel Alcântara Lima, baleado
pelo sargento reformado da PMMG Vanderlei Gomes da Fonseca, durante
manifestação contra a falta de coleta de lixo no Conjunto Cristina, Santa Luzia,
no dia 27 de junho. Lucas Daniel tinha
apenas ido à padaria comprar pão.
O tal padrão
FIFA, na prática, implantou um Estado de exceção no país. O governo municipal
de Márcio Lacerda (PSB), o governo estadual de Antônio Anastasia (PSDB) e o
governo federal de Dilma Rousseff (PT) - em conjunto com a Guarda Municipal, a Polícia
Militar, a Polícia Civil, o Exército e a Força Nacional de Segurança Pública –
têm como objetivo exclusivo garantir o lucro dos empresários patrocinadores dos
chamados grandes eventos. Trata-se de repressão
feroz, privatização da cidade e criminalização dos movimentos populares.
No
final do ato, a Polícia Militar revelou, mais uma vez, sua habitual
truculência: duas manifestantes - ambas estudantes, membros da Frente Independente pela Memória, Verdade e
Justiça - MG - foram presas. A
semelhança com a ditadura militar ficou evidente: tentou-se forjar absurdo
flagrante com tentativa torpe de acusação de dano ao patrimônio público. Membros da Frente Independente pela Memória, Verdade e Justiça - MG e manifestantes
seguiram até a delegacia onde foi dada voz de prisão às duas companheiras. O flagrante não foi lavrado por se mostrar absolutamente
insustentável. As companheiras vão responder a processo de dano contra o meio
ambiente no Juizado Especial Criminal. Não aceitamos definitivamente este tipo
de ofensiva, por parte da polícia, contra nosso direito de manifestação e
expressão. Continuaremos mobilizados contra
as investidas da repressão.
Na
noite do dia 17 de julho, outra militante foi presa, em Belo Horizonte,
durante reunião sobre direitos humanos, embaixo do Viaduto Santa Tereza. Nesse
mesmo dia, em São Paulo,
119 estudantes da Universidade Estadual de São Paulo foram presos durante manifestação
de ocupação da reitoria. Todos esses casos mostram a necessidade de uma
ampla campanha nacional contra a repressão, a imediata liberdade de todos os
presos políticos, a retirada de todos os processos criminais e mandados de
prisão contra os manifestantes. Mostram também a urgência da punição dos responsáveis
pelas mais de duas dezenas de mortes e centenas de casos de ferimentos graves e
torturas, provocadas em todo o país pela repressão às jornadas de junho de
2013.
Nós,
da classe trabalhadora, do movimento popular, do movimento estudantil e da Frente Independente pela Memória, Verdade e
Justiça – MG responsabilizamos diretamente o Estado brasileiro, seu aparato
repressivo e seus governos federal, estadual e municipal por toda esta
violência. Estes são os responsáveis diretos pelas mortes dos companheiros Douglas Henrique, Luiz Felipe e Lucas
Daniel. O Estado brasileiro é
igualmente responsável pela repressão sangrenta, pelas mais de duas dezenas de
mortes, pelas centenas de prisões, torturas e ferimentos graves ocorridos em
todo o país durante as jornadas de luta de junho de 2013.
Abaixo
a repressão! Pela liberdade de manifestação e expressão!
Pelo
fim da criminalização dos pobres! Pelo fim da criminalização da luta dos
estudantes, da luta dos trabalhadores da cidade, do campo e da luta do
movimento popular!
Libertação imediata dos presos políticos! Pela
anulação dos inquéritos! Pela retirada dos mandados de prisão!
Pelo
fim das torturas e das execuções! Pelo fim do genocídio dos jovens, negros,
indígenas e pobres!
Abaixo
as UPPs e invasões policiais e militares dos morros, universidades, ocupações e
favelas!
Pelo
fim do aparato repressivo! Pelo fim imediato da Guarda Municipal, da Polícia
Militar e da Força Nacional de Segurança! Fora o Exército e fora a FIFA!
Pelo
direito à Verdade, à Memória e à Justiça!
Punição
para os torturadores e assassinos de opositores durante a ditadura militar e
para aqueles que cometem estes mesmos crimes contra a humanidade nos dias de
hoje!
Pela
luta independente, realizada pela classe trabalhadora e pelo movimento popular,
em relação aos governos e à institucionalidade!
Companheiros
Douglas Henrique, Luiz Felipe e Lucas Daniel : Presentes!
Presente,
hoje e sempre!
Belo Horizonte, 18 de
julho de 2013
Frente Independente pela
Memória, Verdade e Justiça - MG
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